Um erro nos CRLV’s está tirando o sono e a paciência de transportadores
30/10/2017

Conheça cuidados básicos e de fácil execução que podem garantir o sucesso de suas operações de transporte.

Caro leitor

Há de convir conosco que, em tempos de crise, você não é o primeiro e também não será o último a se questionar: "qual será ainda o custo que posso reduzir ou quem sabe definitivamente cortar?"

E diga-se de passagem que muitas empresas, grandes e pequenas, tem prestado nos últimos anos um precioso papel controlador e também mantém um legado que poderá mante-las vivas por longos anos: "fazer mais com menos". E por quê em tempos de crise? Porque é nestas épocas onde o desafio de prevalecer e perpetuar seu negócio se faz mais evidente

Não é novidade, que em toda a estruturação e composição de custos de uma empresa, cada item é considerado relevante para que não se tome uma ação irreversível e também condenar a reputação comercial ou operacional da companhia. E como de praxe, nas empresas que dependem de distribuição e transporte, sempre a atenção fica totalmente voltada para esta área, haja vista o fato de ser uma última etapa em todo sistema, desde a fabricação de um produto até a colocação em centros de distribuição ou mesmo nas mãos do consumidor final.

No transporte, são tratadas as mais diversas lógicas para compor custos como: qual a melhor embalagem, acomodação, sistema de embarque, roteirização, monitoramento e rastreabilidade, seguros de acidente, avarias e roubos, lead time, custos com atrasos e estadias, e listaríamos uma infinidade de opções que estariam diretamente ligadas a esta atividade-fim.

Muitas empresas "reforçam" seu capital operacional realizando compra de veículos para formação de frota apenas para atender necessidades de demanda, empenhando suas equipes em uma atividade que nem sempre está diretamente ligada ao coração do negócio, forçando-a a remodelar o negócio a ponto de perder energias e finanças que poderiam ser empregadas no seu próprio produto. Muitas chegaram a encerrar suas atividades por "desviar"um capital próprio do negócio para manter máquinas de transporte.

Já outras, enxergam que o resultado promissor de seu negócio não está vinculada à necessidade de aquisição e frotas e sim, na contratação de veículos esporadicamente por meio de motoristas e transportadores autônomos, o que de fato, pode trazer resultados muito melhores e não esgotar energia de colaboradores, finanças e tempo de diversas áreas da empresa, tornando mais eficiente todo o elo entre produção, comercialização e distribuição. Cada empresa possui "modus operandi", ou seja, um sistema pelo qual consideram obter melhor desempenho com as ações de transporte; algumas concentram esta atividade nos canais de logística, outras no comercial para que a venda já fique direcionada a entrega garantida, outras ainda, possuem um departamento para gerir os procedimentos de coleta e entrega.

Certo é que, ainda assim, muitos cuidados que devem ser tomados, e que acabam passando desprevenidamente pela automatização dos "modus operandi" muitas vezes trazem danos seríssimos a toda uma cadeia de trabalho.

De olho na Legislação

Considera-se pela legislação brasileira vigente, motorista ou caminhoneiro autônomo (TAC - Transportador Autônomo de Cargas, ou TAC-I Independente) a pessoa física que tenha no transporte rodoviário de cargas a sua atividade profissional e para isso, a exerça como atividade remunerada sendo este reconhecido proprietário de veículo de carga ou que se faça por meio de um preposto. Se faz muito importante que comprovadamente exerça tal profissional estando amparado pelo registro na ANTT - Agência Nacional de Transportes Terrestres. A figura do TAC ou TAC-I é a do respeitoso caminhoneiro, que tem enorme empenho para cumprir seus prazos e quilômetros rodados no mês, sob inúmeros riscos, dificuldades e desafios, fazendo com que tenhamos todo o que necessitamos em nossas casas e empresas para nosso conforto e necessidades. Imagine que ele é semelhante ao taxista credenciado, que não vive somente da sua fonte de renda, mas de outros clientes, negócios, de outros meios de renda daquilo que transporta.

É muito importante que o responsável pela contratação deste profissional, se certifique detalhes objetivos como: 1) Probidade e autenticidade documental do profissional e do veículo, 2) Estar o mesmo atendendo a outras empresas e clientes (transportadoras, indústrias, distribuidoras, armazéns, etc), 3) Possuir cadastros ativos e atualizados em Gerenciadoras de Riscos; 4) Ser conhecedor de roteiros, praticas de condução de veículo e arrumação de cargas; 5) Estar assíduo com a manutenção de seu veículo.

Artigos que regem as regras do transporte rodoviário no Brasil, é a Lei 13.103/2015, pela qual são considerados os direitos e deveres de todos os personagens envolvidos em uma operação, sendo eles, embarcadores, transportadoras e motoristas autônomos.

Gerenciamento de Riscos - GRIS

O gerenciamento nas operações de transporte de cargas é fundamental para que sua empresa consiga reduzir custos e garantir a satisfação do cliente final no tocante a pontualidade e recebimento do material. Quanto mais sua empresa atingir esses objetivos maior será a reincidência de compra do cliente, ou o processo poderá sofrer a reversão caso não atentados.

O gerenciamento de riscos não começa no carregamento do frete com apenas uma consulta cadastral civil e criminal e termina com a chegada da carga a seu destino. O verdadeiro gerenciamento de riscos já começa no recrutamento de sua equipe de colaboradores e continua no pós-venda, garantindo, assim, o controle de todo o processo de gestão, desde a abertura da garagem até a chegada do produto às instalações finais da entrega.
Para organizar melhor os processo do GRIS, você poderá planejar etapas da operação e pautar itens de suma importância como:

1) Identifique Riscos: mensurar quais são, onde estão e como ocorrem, considerando sempre o valor da carga embarcada, condições viárias, índices de riscos, clima, etc; 2) Analisar: estudar e segmentar riscos ou prováveis riscos como forma de prevenção; 3) Avaliar: estes riscos, ora segmentados se ocorrer, qual impacto trará à minha empresa?; 4) Plano A, Plano B, Plano C, D, E...: Avaliar a possibilidade de uma ocorrência de qualquer tipo e ter já em mãos um plano para contenção ou solução. Neste item cabe a empresa a adoção de recursos mecânicos, humanos e principalmente tecnológicos para minimizar e quem sabe mesmo anular as possibilidades de risco.

Muitas empresas, optaram por reestruturar seus departamentos de expedição e transporte fazendo um upgrade para SOS de Gerenciamento de Riscos pelos quais são reconhecidas atividades para controle de rastreamento via GPS; monitoramento da frota via satélite, uso de sistema de câmeras acopladas ao veículo, DVR Veicular; roteirização, plano de viagens, uso de app para geolocalização e outras afins.

Tecnologias aplicadas ao GRIS no transporte- GRIS

Muito tem se falado em disruptura ou disrupção nos moldes usuais de trabalho em todas as áreas da economia e onde se faz presente o fortíssimo emprego de tecnologias. Isso tem causado ansiedades nas empresas e pessoas com dificuldade quando o assunto é mudança, e também tem alegrado a muitos outros segmentos por trazer facilidade, simplicidade e economias surpreendentes.

No transporte de cargas brasileiro, não há muito tempo que estas tecnologias vem se revolucionando e se formatando ao segmento. São inúmeros recursos empregados nas operações de transporte. Há muito que falávamos dos sistemas de rastreamento (que é a base da pirâmide) mas somente de 15 anos para cá eles tem se tornado mais requeridos por empresas e vem sendo aperfeiçoados com adição de outros recursos atrelados ao sistema de geolocalização.

Elencamos aqui alguns destes recursos:

1) Roteirização da carga: é uma atividade que auxilia as empresas de transporte de cargas fracionadas, que possuem distribuição de produtos em diversos locais diferentes planejando rotas de entregas dos produtos e analisando tráfego, horários de pico e locais de risco. Você também pode controlar o espaço ocioso no caminhão por meio da cubagem e volumetria, ganhando otimização e mais negócios. 2) Rastreador veicular: trata-se de um sistema utilizado para geolocalização de um ou mais veículos possibilitando o monitoramento em tempo real 24 horas por dia, por meio de serviços via satélite GSM/GPRS e radiofrequência, utilizando computadores, tablets e smartphones. Com as atuais tecnologias já é possível manter uma mínima segurança no veículo pois os mesmos rastreadores recebem recursos que permitem que sejam enviados alertas e bloqueio de veículos, caso seja necessário. 3) Telemetria: é um sistema que informa e dados relacionados ao desempenho do veículo, do motorista e da operação, por meio de sensores instalados no veículo, tendo como ênfase a analógica e a digital. No entanto, só é possível utilizar a digital nos veículos mais modernos, cuja preparação de fábrica comporta instalações mais complexas.

Com a telemetria, o andamento de uma operação se torna mais eficiente, por meio de relatórios que:

a) Mostram a distância e tempo percorridos pelo veículo; b) Detectam o excesso de velocidade mínima requerida; c) Monitoram freadas bruscas; picos e quedas de rotação d) Demonstram o tempo que o veículo ficou parado; e) Disponibilizam dados de consumo de combustível; f) Geram informações relacionadas à jornada de trabalho do motorista.

4) Monitoramento de carga via mobile: é o uso de recursos Mobile via Smartphones para obtenção de informações mais rápidas e precisas. Grandes empresas de transporte e embarque já estão buscando inovações para interligar seus colaboradores às rotinas operacionais até a entrega ao cliente. A Uppertruck utiliza esse recurso ponta a ponta e, com transparência total na operação monitora ponta a ponta todo o trabalho e, até ao ato da entrega, coleta a assinatura do recebedor, digitaliza os documentos fiscais e preenche no sistema as informações necessárias.

Com nosso app Uppertruck, a segurança é garantida pois o módulo que valida operação de coleta ou entrega é feito com uma selfie, evitando que ocorram troca de motorista e veículo, reduzindo a quase zero o desvio de cargas e fraudes documentais. Nossa equipe de analistas cuida com assiduidade da verificação e atualizaçao das bases cadastrais.
Com esse recurso Uppertruck app mobile, elimina-se a necessidade de contatos via fone, localização imediata do veículo, perda de informações, organiza-se melhor expedição e recebimento com a chegada do veiculo, reduz-se o custo com estadias e perdas de documentos, e ainda dispõem de relatórios de performance.
O mais importante de todo o processo é a equipe estar afinada para lidar com situações adversas e ter em mãos os recursos necessários para planificar a melhor ação para solucionar o problema dentro do risco apresentado. Fazendo assim, sua empresa ganhará melhores resultados e aplicará o tempo focada nas principais atividades pelas qual mantem-se sua existência e reconhecimento

Se sua empresa adota, utiliza ou já pensa em implantar recursos de tecnologia tecnologia utilizados ao transporte de cargas, deixe seu like e comente nosso post compartindo conosco seus conhecimentos.

„ Interligar processos, pessoas e resultados é a forma mais rápida de compreender o futuro.”

 

Você que é transportador autônomo e tem veículos, máquinas e equipamentos para movimentação de cargas, venha para a Uppertruck

 
Optimization WordPress Plugins & Solutions by W3 EDGE