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Caminhoneiro autônomo pode perder espaço de trabalho com nova tabela de frete mínimo.

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No longo prazo, a tabela do frete pode prejudicar os próprios caminhoneiros autônomos, que reivindicaram a tabela, aponta estudo. Seria a punhalada nas costas?

Caminha para aproximadamente um mês o fim da paralisação história de caminhoneiros autônomos brasileiros e diversos setores do mercado contestam arduamente a decisão do governo em publicar a tabela de frete mínimo.

Empurrada pelo agronegócio que hoje, segundo a CNA – Confederação Nacional da Agricultura, anunciou prejuízos superiores a R$10 bilhões em 20 dias, outros setores da economia também forçam a justiça a derrubar a MP. – Sobe para 40 o número de ações contra tabela de fretes

 (Foto: Iryá Rodrigues/G1 AC)Créditos da imagem (Foto: Iryá Rodrigues/G1 AC)

Caso os preços fiquem de fato em patamares acima do mercado, as transportadoras podem decidir aumentar a sua frota própria e contratar caminhoneiros, em vez de usar os serviços de motoristas autônomos.

Isso prejudicaria os autônomos na medida em que reduziria a procura pelos seus serviços.

Mas por quê a tabela é alvo de uma disputa de mercado, tão almejado por caminhoneiros e tão criticada por outros setores? Explicaremos tudo em detalhes com nosso artigo: Tabela de Frete Mínimo: a lei que está tirando o sono de muita gente grande.

Outro possível efeito da adoção da tabela, diz o estudo, é a “verticalização das operações de transporte nas diversas organizações”. Significa que uma empresa de um determinado setor, que costumava contratar transportadoras ou caminhoneiros autônomos, passaria a se encarregar do transporte.

Estoque a céu aberto: atraso no escoamento lota armazénsCréditos da imagem TVCA

Uma usina, por exemplo, pode passar a transportar cana-de-açúcar, álcool e açúcar por conta própria.

Se a fiscalização da aplicação da tabela for frouxa, existe ainda o risco de se criar um mercado paralelo, no qual os caminhoneiros autônomos ofereçam preços mais baixos que os tabelados.

Diversos grupos de trabalho formado por líderes sindicais e profissionais do setor, junto à ANTT buscam uma forma de equilibrar e “melhorar” a tabela tomando seus valores mais coerentes com a realidade de mercado, uma vez que a mesma foi elaborada como forma emergencial como forma de estancar a paralisação que já levava 10 dias.

O presidente da Abcam apresentou nova proposta de tabela de frete com preços para cargas gerais.

Fato é que os reflexos da tabela são notados em vários segmentos e o consumidor já sente no bolso a diferença em supermercados, farmácias e outros itens.

O caminhoneiro autônomos será também um grande atingido uma vez que, subindo o custo do frete em geral, os insumos utilizados para manutenção de caminhōes aumentam junto.

Resta agora saber, como terminará para a economia do país que poderá amargar nova recessão pois o poder de compra das pessoas diminui diante dos aumentos e a economia volta a estagnar novamente.

3 comentários em “Caminhoneiro autônomo pode perder espaço de trabalho com nova tabela de frete mínimo.”

  1. Vai nada isso os empresário só ta chorando agora eles vai pagar o frete justo pra nós vai doer no bolso deles pouca coisa a mais do principalmente os empresário do Norte e Nordeste q paga o frete a troco de óleo pro camioneiro volta o tal frete de retorno isso vai acabar cm fe de Deus

  2. Adriano Rodrigues da cruz

    Qual motorista vai trabalha de graça pra eles acho k eles nao devirao enveste em caminhao vai fica pior pra eles gasto mais elevado k paga frete

  3. O custo de um caminhão para o autonomo é um, e, para as impresas é outro. (1) desvalorização da frota (2)custo com motoristas, borracheiro, mecânicos, funileiros, seguro, rastreadores, escalas de fucinarios,. Logística e, etc. A difernca e q o autônomo é tudo isso. Mas e nós autônomos que estamos atrapalhando a vida deles. Eu não quero mais caminhão se não tiver o piso mínimo. Assim não levarei a culpa deles morrerem de fome. Certo Sr. Antonio galvam.

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